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Manaus Moderna, caos urbano às margens do rio Negro.

15 de Fevereiro de 2019
Imagem do projeto

Um porto sobre balsas. É assim o Porto da Manaus Moderna, funciona de forma improvisada onde atracam barcos para deixar e receber passageiros e mercadorias, geralmente do interior do Estado. Quem chega a Manaus pela primeira vez e olha de longe, pode até achar bem charmoso o porto balançando ao sabor das águas do rio Negro, mas quando chegar perto e desembarca percebe a falta de segurança e de manutenção, que mostra sempre o risco de alguém se machucar ao tropeças em cabos elétricos, escorregar no piso liso das balsas e ou cair de uma das escadas. Uma área dominada pelos donos das balsas.

Funcionam cerca de sete locais de embarque e desembarque de centenas passageiros e cargas, ao longo da Manaus Moderna. Todas essas balsas são administradas de forma pessoal por particulares, sem a interferência do Estado ou do município. O faturamento é alto.

Os donos de balsas ou funcionários evitam dizer o nome para não se comprometer, mas dizem que o local gera muitos empregos. Isso é verdade. Mas eles deixam de dizer que cada carregador, motoristas de caminhões que trazem mercadorias, donos de box que funcionam nas balsas e os barcos e lanchas que atracam naquela área, pagam uma taxa diária ou semanal para utilizar o espaço. “Uma taxa mínima, para manutenção”, dizem.

Os administradores de balsas e funcionários falam que os barcos pagam uma taxa de R$ 20, mas o pessoal que trabalha vendendo bilhetes de viagem nos barcos, garantem que a taxa mínima é de R$ 100, podendo chegar até a R$ 300 por dia para um barco atracar em uma das balsas.

Os caminhões baú que vão descarregar mercadoria para o interior do Estado em uma das balsas pagam uma taxa de R$ 30 e o carregador R$ 10. Os donos de box que funcionam nas balsas, comercializando comida, doces e salgados, água, refrigerantes e bebidas alcoólicas, pagam uma taxa semanal variando entre R$ 300 a R$ 400. São muitos esses pequenos comerciantes, revertendo em uma boa renda para os donos do lugar.

É um dinheiro para manutenção, como dizem, mas andando pelo local se percebe justamente a falta de manutenção, não apenas nas balsas, mas também nas escadas que levam da avenida Manaus Moderna até as balsas que servem de Porto, as rampas que fazem a ligação entre as escadas e as balsas.

Falta manutenção também nas grades no nível da rua, que deveriam servir de proteção. Uma das escadas está completamente comprometida. Em vários locais próximos as balsas, foram arrancadas parte das grades. A explicação é que isso foi necessário para servir para improvisar uma entrada e saída de passageiros e carregadores quando o rio está muito cheio.

“Fazer a manutenção dessa grade não é obrigação nossa, mas vamos fazer”, garantiu um dos donos de balsa. O dono de uma lancha rápida, que também preferiu não dizer o nome, diz que o que falta é administração e fiscalização rigorosa. “Enquanto os donos de balsas ‘mandarem’ nessa área nada vai mudar, porque ele apenas e interessam em ganha dinheiro”, comenta.

Apesar de tudo, o porto improvisado acaba sendo um mal necessário, já que é por onde chegam mercadorias para as lojas que funcionam na Manaus Moderna. É por onde também saem mercadoria para o interior do estado ou até mesmo para cidades como Belém (PA). É onde também atracam a maioria dos barcos para desembarcar e embarcar passageiros.

Paralelo a tudo isso, a Manaus Moderna continua a conviver com velhos e conhecidos problemas, como o engarrafamento causado, pela parada dos caminhões baú, os táxis frete e carros particulares, vindo ou chegando ao porto privatizado. A calçada, que deveria ser para passarem, está lotada de lanches, bancas de churrasco e as bacas dos vendedores de bilhetes de viagem nos barcos.

Quem sai do Porto da Manaus Moderna, dá de cara com a Feira, que também precisa de manutenção, e também o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, um dos pontos turísticos de Manaus. Seguindo em direção da Igreja Matriz, vai encontrar ao longo do caminho, vendedores de tudo, desde lanches e churrascos até facas, canivetes, remédios fracionados, entre outros produtos.

Fonte: Amazonas em Tempo.

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