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Mercado imobiliário da Baixada cresce, enquanto o do Rio registra queda

22 de setembro de 2017
Imagem do projeto

A Baixada está “tirando onda” com o Rio. Pelo menos no mercado imobiliário: a região teve um desempenho bem melhor que o verificado na capital no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o levantamento “Cenário do Mercado Imobiliário da Baixada Fluminense 2017” feito pelo Secovi em Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis e Nova Iguaçu, quatro dos mais populosos municípios da região, o valor de venda do metro quadrado de apartamentos chegou a subir mais de 10% em alguns bairros, enquanto que na capital do estado se registrou queda de 6%.

Em junho, Nova Iguaçu tinha o maior valor do metro quadrado de apartamentos entre os quatro municípios, de R$ 5.545 (Centro), seguido por R$ 4.043 em Duque de Caxias (Engenho do Porto), R$ 3.816 em Belford Roxo (Centro) e R$ 3.767 em Nilópolis (Centro). Só para comparar, em Bangu o valor atual é de R$ 3.651, no Méier, R$ 5.204, e em Vila Isabel está em R$ 6.300.

As casas também tiveram um bom desempenho na Baixada. Segundo o levantamento, estes imóveis tiveram valorização superior a 10% em algumas localidades, enquanto no Rio o preço médio deste tipo de imóvel caiu 5%.

De acordo com Andreza Dutra, sócia na administradora/imobiliária Creditotal, a demanda por casas na Baixada é enorme, mas a oferta é pequena. Os clientes preferem as casas de condomínio fechado e, por dificuldade de terreno, as construtoras não investem neste tipo de construção.

— Construtores pequenos e da região que acabam investindo. Compram um terreno, constroem 20 casas e geralmente de 60 a 70 metros quadrados. Mas ainda é pouco para a demanda.

Com a crise, Andreza consegue identificar o aumento da procura pelo aluguel por moradores da região e do Rio, que desejam imóveis com taxas mais em conta. Com valores mais baixos que os praticados na Zona Norte carioca, onde o metro quadrado beira os R$ 6 mil, a Baixada tem sido uma opção para quem está migrando da capital a fim de realizar o sonho da casa própria.

— A Baixada, especialmente Nova Iguaçu, tem condomínios-clubes que não perdem em nada para edifícios de Recreio e Barra.

Edison Parente, vice-presidente da Administradora de Imóveis Renascença, disse que percebeu uma tendência de valorização na locação. Segundo ele, as construtoras ainda não perceberam o potencial da Baixada e investem aquém do que deveriam, pois é um mercado carente de imóveis novos.

Delmo Simões, CEO da Inova Imobiliária, concorda com Parente. Segundo ele, a Baixada, hoje, é a região mais promissora do Rio para o setor imobiliário.

— Com as Olimpíadas, o mercado do Rio ficou muito aquecido e a Baixada foi deixada de lado — afirma ele

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